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É no
Alentejo, por terras de Alvito, Cuba, Portel, Viana do Alentejo e
Vidigueira, que a Rota do Fresco tem lugar. Experiências únicas, de
cariz tradicional, e descobertas inesquecíveis, no que diz respeito ao
património cultural e natural da região, são as propostas deste original
projecto alentejano. Aqui, as estrelas são os frescos, lindíssimas
pinturas murais tantas vezes negligenciadas e pouco admiradas por quem
visita os monumentos ou por quem devia ter zelado por eles. O objectivo
é simples: dar a conhecer os frescos e ajudar a conservá-los.
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À escolha,
há diferentes rotas, com percursos distintos pelas cinco vilas. Uma das
rotas tem o nome de Terras do Fresco, e nela serão mostrados frescos
existentes nas cinco vilas.
Se preferir ficar por uma das localidades,
sugerimos a Rota do Fresco de Alvito, onde descobrirá algumas pinturas
desconhecidas, portais manuelinos e até pedreiras medievais de extracção
de mós. Um petisco ao som de cante alentejano é a cereja no topo do
bolo.
Em Cuba, a rota dá a conhecer frescos seiscentistas, tesouros de
arte sacra e, na gastronomia, o queijo e o vinho da zona. Uma ida a um
invulgar museu, o Insectozoo, onde se revelam os segredos das formigas,
das abelhas ou das térmitas, torna a rota mais original.
A Rota do Fresco da Vidigueira leva-nos até às ruínas romanas e à
observação de frescos encobertos. Nos sabores, descobre-se o tão
apreciado pão e vinho da Vidigueira. Na rota da vila de Portel,
visita-se as ruínas do paço de D. Nuno Álvares Pereira. Um passeio na
albufeira de Alqueva e os sabores do mel e do azeite, da serra de
Portel, dão outro encanto à rota.
Por fim, a Rota de Viana do Alentejo
leva-nos a descobrir um templo de romaria medieval, o Castelo de D. João II, a doçaria conventual e a tradicional olaria. A duração da visita é
variável. As rotas são sempre acompanhadas por um «intérprete» do
património.
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