[ INÍCIO ]   [ Sobre o Portal ]  [ FAQs ]  [ Registar site ou blog ]  [ Enviar informações ]  [ Loja ]   [ Contactos ]

 
"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
Arquitectura e construções
Artesanato
Cancioneiros Populares
Danças Populares
Festas e Romarias
Grupos de Folclore
Gastronomia e Vinhos
Instrumentos musicais
Jogos Populares
Lendas
Literatura Popular
Medicina Popular
Museus Etnográficos
Música Popular
Provérbios
Religiosidade Popular
Romanceiros
Sabedoria Popular
Superstições e crendices
Trajos
Usos e Costumes
 
Agenda de iniciativas
Bibliografia temática
Ciclos
Feiras
Festivais de Folclore
Glossário
Informações Técnicas
Loja
Permutas
Pessoas
Textos e Opiniões
Turismo
 
SUGESTÕES
Calendário agrícola
Confrarias
Datas comemorativas
Feriados Municipais
História do Calendário
Meses do ano
Províncias de Portugal
 
 

Pub  
   
»» Trajes (Minho) Pub


Aspectos do Traje Popular
nos arredores de Braga na mudança do século (XIX-XX)

 

Lídia Máximo Esteves
Angélica Cruz Barreto

(Continuação...)

Trajes do Minho - Romaria - MulheresO traje de cerimónia era concebido para ocasiões de grandes festividades familiares ou colectivas.

Quer se destinasse para o casamento dos filhos, quer para vestir o «juiz» ou «mordomo», depositário de confiança da comunidade e seu representante nas festas colectivas, era o prestígio de uma «casa», que se punha à prova dos olhares avaliadores de povoação. O prestígio alcançado por essa família ultrapassava-a e tornava-a extensivo a toda a comunidade. Era um factor de coesão.

Nestas circunstâncias, ao contrário do habitual, a opinião pública exige que se gaste, que «arda a casa» nem que seja à custa da penhora ou da venda do património familiar. O traje, símbolo visual destes valores, feito para durar num «tempo longo», fruto de tamanho investimento afectivo e económico, passava também a ser património. Havia de acompanhar o indivíduo pela vida fora, cuidadosamente guardado e dobrado do avesso. Saindo da «caixa», noutras festas ou em momentos solenes como aquele que escolhemos para esta exposição: a vinda à cidade para tirar o retrato que se enviava aos familiares quando a ausência era já longa. Sempre que se usasse, despertaria memórias, mas a principal referência, seria a do momento para que fora concebido…

Uns eram enterrados vestindo os seus proprietários, outros eram repartidos pelos que ficavam.

(…)

<<<Página anterior +++ Página seguinte>>>


Pub

 

Pub

     

        

Se não encontrou nesta página o que procurava, pesquise em todo o Portal do Folclore Português
 



Acompanhe, em primeira mão as actualizações do Portal do Folclore Português:

FOLCLORE DE PORTUGAL - O Portal do Folclore e da Cultura Popular Portuguesa não se responsabiliza pelo conteúdo dos sítios registados
© Copyrigth 2000/2014  - Todos os direitos de cópia reservados - Webmaster