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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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  Trajos e conexos

 

O trajo em geral pode ser considerado segundo o tempo, a idade, o sexo e a fortuna.
Segundo o tempo: primitivo, medieval, quinhentista, setecentista, oitocentista, moderno, da moda (ou à moda), de partes do dia e de estações do ano.
Segundo a idade: de criança de colo, de jovem, de adulto e de velho.
Segundo o sexo: masculino e feminino.
Segundo a fortuna: pobre e rico.

O trajo em particular apresenta-se-nos conforme as alíneas que seguem:
Trajo interior (ou roupa branca, de baixo ou interior ou trajos menores);
Trajo civil (ou usual ou paisano, ou à paisana);
Trajo típico (ou de classe): de fadista, de papo-seco, de cigano, etc.;
Trajo circunstancial: de luxo (domingueiro, de cerimónia, de festa), de fantasia (de actrizes, de artistas de circo, etc.), do Carnaval, caseiro, de trabalho, de casamento, de luto, quotidiano ou de semana, de praia;
Trajo profissional: de caçador, de pescador, banheiro, peixeiro, peixeira, pastor, pastora, sapateiro, ferreiro, ferrador, operário, padeiro, porteiro, cozinheiro, etc.;
Trajo regional: de províncias ou áreas geográficas; não há propriamente trajo nacional, mas trajos nacionais;
Trajo uniforme: militar, eclesiástico (talar, hábito, bispo, padre, etc.), académico, de justiça (juiz, advogado, carrasco, etc.), de diplomatas, de funcionários cortezãos, de criados, de gente de bata branca (médicos, enfermeiros, farmacêuticos, químicos); e
Elementos complementares do trajo: adornos, armas, arrimos, objectos de uso pessoal, cosméticos, tatuagens, barba e cabelo.
Há ainda que entrar em linha de conta com os modos de usar certas peças de vestuário: curto, comprido, arregaçado, de lado, a direito, etc.

 

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Informações retiradas de "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos
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