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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Pub Trajos do Alentejo  
  Trajo de mulher no trabalho de campo (Vidigueira)

 

Trajo de mulher no trabalho de campo na Vidigueira: dobra-se para diante a parte traseira da saia e para trás a dianteira, ficando atadas em volta das pernas com ourelos ou cordões de linha e presas com um alfinete, ao que chamam calças, fazendo isto para que as saias não se estraguem, andando de rojo. Usam sapatos grossos e chapéu de pano sobre o lenço de sarja atado atrás, na nuca: por causa da chuva e do sol. Também usam antiparra, que são polainas feitas de um chapéu velho, dividido ao meio, e atadas com um cordão.

Nos braços trazem mangueiras de riscado, que vão da articulação do antebraço até ao punho, onde apertam com marcas (botões de osso). Nos dedos trazem três canudos, no mínimo ou meiminho, no anular e no médio, e às vezes uma dedeira de couro no índex, a qual vem ligar-se com uma correia ao pulso. Só o pólex fica sem nada. Trazem também ao bescoço um lenço de malha, no Inverno (monda), caído nas costas, e xailes grandes, em bico, se chove. Usam uma saia de castorina (encarnada geralmente), à roda da cintura, caída como cauda, por causa das chuvas e do frio – na monda e na azeitona.

 

 

 

 

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Informações retiradas de "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos
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