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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Pub Trajos do Alentejo  
  Traje característico

Os habitantes do Alentejo têm um trajo característico: além das célebres mantas alentejanas, tão antigas que já Gil Vicente fala delas, e que eles trazem, ora cobertos, ora traçadas ao ombro, o que lhes dá um aspecto pitoresco de cabreiros, usam jaqueta, cinta (na Beira Alta, faixa), não raro vermelha, a apertar-lhes as calças, e chapéu de pano, desabado, às vezes com uma fita de cor, e uma grande borla preta à esquerda, no bordo da aba. Como andam frequentemente a cavalo, a jaqueta facilita-lhes os movimentos, e a cinta ampara-lhes um pouco o tronco.

O cajado e a cachêra são bordões curiosos de que os Alentejanos se servem. O primeiro tem uma curva à maneira de báculo ou de lítuo romano, por meio da qual o cajado é enfiado no braço, e com ele se apanha a perna de uma rês que foge; tudo isto é o mais tosco possível. Os cajados vendiam-se na feira a 20 rs. cada um, em grandes molhadas. Numa feira de Badajoz vi objectos semelhantes, embora um pouco mais apurados; o uso é pois comum à Estremadura Espanhola e ao Alentejo. A cachêra, que na Beira Alta tem um nome característico que não posso indicar, é um pau também tosco com uma proeminência no fundo; serve para atirar aos bois e bater-lhes. Tanto o cajado como a cachêra são principalmente usados pelos pastores e pelos abegões. Os cavaleiros usam uns varapaus com uma correia, que se segura no braço.

 

 

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Informações retiradas de "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos
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