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(continuação...)
Água: Áá-Áá! – Áúúú! (1903); Á–ú! – Áááuga! (1903).
Alecrim: Mér-c´Àlecriim! (1903); Mérc-c´ò mólho d´alecriim! (1903).
Alhos: Mé-c´á réstia d´ààlhos nóóvos! (1903).
Amêijoas da Ribeira de Frielas: Quem quér a-mêêi-joas, pr´à àrrõz?!
(1903); Amêêijôas p´r àrrôôz! (1940).
Amoras: Riic´àmóra da hóórta – Amóóra-friia! (1903).
Azeite, petróleo e vinagre: Azêêêti dôôci! (1903); Aa-zêite dôôce!
(1903); Aazêite duuce! – Aazêêite dôôôce! Óh-pritróliine! – Azêite dôô-c´i
bom vináágre! (1903); Óh petroliiii-ne… Azêite dôôce i vináágre! (1903).
Azeitonas: A trinta réis ô salamiin! Quem quer azêitõonas nóóóvas?
(1903); Déz tostões – salamiim! Quem quer azêitõonas nóóóvas?! (1940).
Broas: Nem p´lô Natal… há brõa igual! Ó meniinas, vinde comprár as brõas
do Manél, que curam a tosse – e sábem a mél! (1903).
Vassouras, abanos, chapéus de palha: O abano fáz ô bento – bis,
Par´ácender ô fõgão…, Báárre, báárre, bassourinha – bis, Bassourinha
bárr´ô chão…, Ólh´ò lindo cestiinho!!! (1940).
Favas: Fáva tôrradiinha! (1903); Fáva riiica! – Fááá-va rii-ca! (1903 e
1940).
Figos: Quem quér fiigos, quem quér álmôcáár? Quem quér fiigos de capa
rôôta?! (1903); Óh figui-nhu de capa rôôta!… Quem quér fiigos –, quem
quér álmôçáár…! (1940).
Galinhas: Éh! Galiiinhas! (1903); Mérca frâangos! (1903);
Galiiiiiiiii-nhas! Quem nas quér i com ôvo?! (103).
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