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A voz e as pronúncias no contexto social e
cultural
Como é sabido, o Homem
emprega a sua voz como um instrumento musical, porventura o primeiro que
“inventou” e utiliza. Tal como a criança ausculta com espanto e
curiosidade os sons que emite antes mesmo de conseguir articular as
primeiras sílabas, também a humanidade começou por perscrutar os sons da
natureza e a procurar imitá-los. |
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O "Auto de Floripes" no Teatro
Popular Português
Um pouco por todo o país e ainda além-fronteiras, persistem nas
tradições populares representações teatrais cujas origens remontam à
Idade Média e versam a história lendária do imperador Carlos Magno e a
temática das guerras entre cristãos e sarracenos, estes geralmente
identificados como turcos em virtude da sua dominação se ter estendido a
zona oriental do mar Mediterrâneo. |
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Regionalismo em Portugal: alguns aspectos do
seu percurso histórico
A origem do associativismo como forma de
participação cívica remonta à segunda metade do século dezanove e deve-se
sobretudo à influência exercida pelas ideias liberais e republicanas que,
dessa forma, procuravam intervir na sociedade e adquirir influência. De
resto, aliás, a própria Maçonaria incentivou a criação de numerosas
colectividades com as mais diversas finalidades, utilizando-as como
instituições “para-maçónicas”. |
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Quem são
e o que fazem os minhotos radicados em Lisboa?
A questão a saber quem são e
o que fazem os minhotos e seus descendentes que residem em Lisboa e
arredores revela-se de vital importância, uma vez que estes constituem a
base social de apoio do movimento regionalista. Desde os primeiros
surtos migratórios ocorridos sobretudo a partir dos começos do século
vinte, os minhotos que vieram trabalhar para Lisboa eram sobretudo
jovens... |
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Feiras Tradicionais conservam
velhas usanças
Perde-se nos tempos a origem das feiras
enquanto local onde os povos efectuavam as suas transacções e adquiriam
bens que necessitavam e não produziam em troca dos seus próprios
produtos, dando origem a uma classe de mercadores que passaram a viver
exclusivamente dessa actividade. |
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Namibe: a herança cultural dos
pescadores algarvios no Sul de Angola
Na extensa baía de Moçâmedes, onde o imenso
azul do mar se confunde com o céu tornando indefinida a linha do
horizonte, recortam-se ao longe as velas latinas de pequenas embarcações
pesqueiras navegando à bolina. São elas os caíques, embarcações típicas
do sotavento algarvio que um dia partiram das rias de Faro e Olhão para
demandar aquelas paragens do sul de Angola. |
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A génese histórica dos Grupos
Folclóricos
Para além da questão a saber qual foi o
primeiro grupo folclórico constituído como tal, parece ponto assente que
a sua constituição ocorreu em finais do século XIX. Com efeito, a
criação de agrupamentos folclóricos está inserida num contexto de
emergência do associativismo popular que tomou as mais variadas formas
consoante as respectivas finalidades, perseguindo contudo um objectivo
comum que consistiu na participação activa dos cidadãos nos mais
diversos aspectos da sua vida quotidiana. |
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A evolução do traje da mulher
da Nazaré
“O
traje nazareno feminino não parou no tempo, nem se tornou uma peça
museológica; pelo contrário, tem acompanhado as variações da moda –
saias mais curtas ou mais compridas; novos tecidos, cores e padrões. É
um traje que renasce cada ano, tornando a nazarena única entre as
demais.
– Esta afirmação surge no site da Câmara Municipal da Nazaré, procurando retratar a evolução do traje típico das suas gentes. |
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As cores republicanas no barrete do
campino ribatejano
O campino do Ribatejo tal como actualmente o
conhecemos, altivo na sua montada, com o seu pampilho, apresenta-se
invariavelmente com o seu colete encarnado, faixa vermelha à cintura,
calça azul e meias brancas até ao joelho, jaqueta e sapato de prateleira
com esporas. Ao invés de outros trabalhadores rurais da mesma região,
usa barrete verde com orla a vermelho, sugerindo as cores da actual
bandeira nacional. |
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Almas Santas
Recolha efectuada por altura
da Serração da Velha, na freguesia de
Freixianda, concelho de Ourém, em 1998. |
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A Serração da Velha
Sob uma forma mais ou menos cristianizada,
os povos modernos preservam tradições cujas origens pagãs atestam a sua
antiguidade. São disso exemplo as festas equinociais que anunciam a
chegada da Primavera como sucede com o Entrudo e a Páscoa, as fogueiras
de São João que celebram o solstício do Verão e ainda as saturnais
romanas que foram substituídas pela quadra natalícia. |
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A queima do Judas
Desde os tempos mais remotos, o Homem
procurou através do rito participar na acção criadora dos deuses,
acompanhando o ciclo da vida e da própria natureza com celebrações que
nos fazem acreditar que os mesmos possuem alguma dose de magia
indispensável a todo o contínuo processo de nascimento, vida, morte e
retorno que constitui o eterno ciclo da própria existência. |
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A arte de marinheiro e o
ofício dos moleiros dos moinhos de vento
Quem já alguma
vez teve a felicidade de contactar de alguma forma com o labor do
moleiro, num moinho de vento, certamente se apercebeu da extraordinária
semelhança de numerosos vocábulos empregues neste ofício relativamente à
linguagem das gentes do mar. |
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A herança cultural dos Portugueses de Malaca
Malaca fica situada no litoral sul da Península Malaia, entre Kuala
Lumpur e Singapura, a milhares de quilómetros de distância de Portugal.
Alguns dos seus habitantes descendem dos descobridores portugueses e
suas famílias miscigenadas desde que, em 1511, Afonso de Alburquerque
ali aportou conjuntamente com um milhar de homens. |
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A Serração da Velha anuncia a
Primavera
A tradição guarda ritos ancestrais que o
folclore procura reconstituir. Muitos desses costumes têm a sua origem
na religião primitiva dos povos que nos antecederam e da mistura dos
quais descendemos. Com a introdução do Cristianismo na Península Ibérica
ao tempo da ocupação romana, muitos desses rituais adquiriram novas
formas, mais de acordo com a religião emergente. |
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O Folclore e a Música Barroca
Desde sempre, os grandes compositores foram
beber à fonte da criatividade do povo a sua inspiração para a construção
de grandes obras da música erudita de todos os tempos. Apesar da sua
finalidade espiritual e religiosa, também a música barroca não
constituiu uma excepção à regra. |
(*) Licenciado em História |
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