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Os desafios do
Regionalismo no século XXI
O regionalismo minhoto e, de uma forma genérica, todas as “casas
regionais” existentes em Lisboa, carecem de renovação – de pessoas,
de métodos e sobretudo de ideias – que implique uma nova forma de
orientação, mais consentânea com os tempos que correm e com as
transformações que estão a verificar-se na sociedade portuguesa. |
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A arquitectura e a
engenharia na criação da casa tradicional
A concepção de casa tradicional do ponto de vista arquitectónico assenta
na reunião das linhas estéticas do edifício que variam consoante a
região e os hábitos culturais onde se insere. De igual modo, a
engenharia que é empregue na concretização do projecto arquitectónico
corresponde às exigências naturais e culturais que presidem à sua
construção, nomeadamente as características dos materiais e as suas
necessidades de utilização. |
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Cultura do Chícharo renasce em Alvaiázere
O
chícharo é um legume seco muito apreciado pelas gentes das aldeias
serranas das beiras onde os solos são áridos e pobres e a abundância de
rochas calcárias torna-os menos férteis. Sem necessidade de grandes
cuidados nem terra com muito amanho, esta leguminosa enfrenta a seca
como o beirão resiste à vida árdua de uma lavoura cuja abundância pouco
vai além de um punhado de chícharos. |
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Folclore de Olivença:
entre o Alentejo e a Extremadura Espanhola
O
concelho de Olivença é originariamente uma terra alentejana, com os seus
usos e costumes característicos do Alto Alentejo, o seu modo de falar a
Língua portuguesa com a pronúncia característica das gentes daquela
região e o seu património histórico e artístico a atestar a sua secular
portugalidade firmada desde o Tratado de Alcanizes |
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A construção do Folclore
na evolução do Homem
O homem, considerado
na sua individualidade, representa uma espécie de microcosmos da
Humanidade, portanto entendida esta como o seu próprio macrocosmo.
Partindo deste princípio, concluiremos que entre as realidades inerentes
às duas condições apenas se coloca uma questão de escala, a tornar os
objectos apenas diferentes quanto à sua grandeza e dimensão. |
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Como era usado o lenço
tabaqueiro?
Desde
que o Homem sentiu a necessidade de se cobrir e agasalhar, começou a
partir de folhagem e peles de animais por criar as peças de vestuário de
que necessitava. Caso pretendêssemos recuar a esse tempo na
reconstituição dos usos e costumes dos nossos ancestrais, esse seria
certamente o primeiro traje que nos caberia reproduzir. |
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Faróis são sentinelas do
mar
Desde tempos
imemoriais, a luta pela sobrevivência levou o Homem a trocar a terra
firme pelo ambiente hostil do mar, aventurando-se na imensidão
desconhecida – o mar é tão rico em alimento como é em perigos! |
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Em Fátima: Casa-Museu de
Aljustrel é um espaço etnográfico
Milhares de peregrinos de todo o mundo afluem todos os
anos ao Santuário da Cova da Iria, em Fátima. Não raras as vezes, as
estradas assemelham-se a carreiros de formigas laboriosas que rumam
àquele local de culto e meditação. |
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A chaminé na
arquitectura tradicional portuguesa
A chaminé constitui um dos elementos da arquitectura tradicional que,
para além da sua funcionalidade, adquire consoante a região em que se
insere características que respeitam às condições ambientais e ainda
elementos decorativos de interesse etnográfico. |
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A Etnografia estuda o Povo e não o indivíduo
isolado
A propósito do fato do morgado de Covas
É o povo enquanto grupo social, visto numa perspectiva de conjunto,
analisando a sua identidade étnica, as suas origens, os seus usos e
costumes que constitui o objecto de estudo da
Etnologia e, consequentemente, da sua própria descrição ou seja, a
Etnografia. |
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O Folclore e a sua
representação
- Musealização e Estilização
O advento da
indústria na segunda metade do século dezanove arrancou à terra milhões
de camponeses para engrossar as fileiras de um enorme exército de
operários que asseguraram o funcionamento de grandes fábricas onde todos
os bens passaram a produzir-se numa economia de escala. |
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No Centenário da Implantação da República:
Folclore e Política - As
Políticas do Folclore
Nos anos que se
seguiram ao 25 de Abril de 1974, existiu um “grupo de danças” que
então apresentava coreografias assaz curiosas, alegadamente baseadas no
folclore minhoto. Entre outras bizarrias, dançavam uma chula na
qual, os dançarinos, empunhavam foices e martelos, estilizados,
construídos em madeira... |
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A Toponímia e a
Etnografia
- Olivença recupera toponímia portuguesa
A
designação de um local ou sítio está invariavelmente ligado à sua
descrição física ou associado a algum sucesso que ali tenha ocorrido ou
a alguém que por algum motivo lhe tenha conferido notoriedade. Em face
disso, podemos sempre daí retirar alguma informação que nos ajude a
compreender as suas origens ou a sua natureza geográfica. |
»» Nem tudo quanto a
concertina toca é folclore
O Minho caracteriza-se no que ao folclore e
à etnografia diz respeito pelo colorido exuberante dos seus trajes e a
alegria jovial das suas danças e cantares. Não existe, porventura,
região do país onde a representação do folclore seja vivida tão
intensamente nas suas festas e romarias, |
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Técula-mécula: o símbolo
da doçaria de Olivença
Pese embora a
influência sobretudo extremenha resultante de mais de dois séculos de
ocupação ao longo dos quais foi incentivado o povoamento por pessoas
oriundas de outras regiões de Espanha, persistem ainda em Olivença
marcas visíveis da cultura portuguesa, nomeadamente na sua gastronomia
tão caracteristicamente alentejana. |
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A influência da moda no
Folclore
Os grupos folclóricos
constituem repositórios dos usos e costumes de uma região ou localidade
determinada e com referência a uma época que deve ser identificada. Por
conseguinte, desde que se apresentam trajados – e não apenas em palco –
devem cuidar da sua aparência para que a representação que fazem seja
coerente e, dessa forma, conferida de dignidade. |
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Casa de Ourém foi
dissolvida
A Casa de Ourém, em
Lisboa, encontra-se em fase de dissolução. O remanescente está a ser
inventariado a fim de se incorporar no património da Câmara Municipal de
Ourém. O seu espólio é destinado à Biblioteca Municipal, o Arquivo
Histórico e Museu de Ourém, sendo que nalguns casos será encaminhado
para instituições de beneficência e outras associações oureenses. |
(*) Licenciado em História |
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