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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» O SABER NÃO OCUPA LUGAR >> Textos, Opiniões e Comentários Pub

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  A Opinião de Carlos Gomes (*)

 

 

 

 

Se quiser comentar algum dos artigos de opinião do Dr. Carlos Gomes, envie-nos um email. Será, posteriormente, publicado online.
»» Folclore já chegou às prateleiras dos supermercados
Desde há algum tempo que, ao fazerem as suas compras nos supermercados das grandes superfícies comerciais, os clientes são contemplados com a atuação de grupos folclóricos e etnográficos das mais diversas regiões do país.

»» Organizadores de Festivais de Folclore devem separar o trigo do joio
O folclore debate-se atualmente com dois problemas bastante sérios que colocam em causa a credibilidade do trabalho daqueles que procuram realizá-lo com seriedade: a persistente falta de qualidade de alguns grupos folclóricos e, situação mais grave, a forma como alguns grupos estranhos ao folclore procuram de forma mais ou menos explícita passarem-se por tal, ao ponto de introduzirem-se em festivais de folclore e etnografia.

»» Que importância tem o botão no traje dos Ranchos Folclóricos?
Remonta ao terceiro milénio Antes de Cristo a origem do botão, encontrando-se confirmada na civilização do Vale do Indo. Com efeito, esse pequeno e quase insignificante objeto acompanha a história da humanidade, desde os seus primórdios até aos nossos dias, acompanhando a sua evolução através das mais variadas formas com que se vem apresentando ao longo dos tempos.

»» Fotógrafos “up skirt” perseguem folclore
Como qualquer outra forma de expressão artística, a fotografia também não constitui uma arte inocente. O ângulo captado pelo fotógrafo destina-se a dar-nos uma perspetiva da realidade ou seja, a realidade segundo o seu ponto de vista. Ao tempo da Itália fascista, era usual os fotógrafos retratarem Mussolini a partir de baixo, dando-nos a ideia de uma figura monumental na sua grandeza, numa grandeza só comparável à imponência da maior parte das esculturas existentes em Roma.

»» O que é o Traje de Lavradeira no Minho?
É mundialmente conhecido o traje domingueiro de lavradeira vulgarmente conhecido por “traje à vianesa”. Por estes dias, vemo-lo a desfilar por todas as romarias da nossa região, na Senhora d’Agonia e nas Feiras Novas, no São João d’Arga e nos festejos da Senhora da Bonança. Mas, afinal, de que se trata realmente o traje de lavradeira?

»» Judaísmo e Cristãos-Novos no concelho de Ourém
Ourém e o seu concelho é uma das localidades do país onde a influência judaica mais teima em resistir nomeadamente nos hábitos das suas gentes. Da antiga Sinagoga não restam mais do que as ruínas que sobreviveram ao terramoto de 1755 e às mãos criminosas das tropas de Massena que incendiaram a vila medieval de Ourém. Mas, imortalizou o escritor Camilo Castelo Branco, na sua novela “Olho de Vidro”, a vida da comunidade judia de Ourém, retratando a vida do famoso médico oureense Braz Luiz de Abreu.
»» As Festas a Nossa Senhora dos Altos Céus e as danças tradicionais da Lousa, em Castelo Branco
Existem no concelho de Castelo Branco tradições bastante peculiares que permanecem desconhecidas da maioria do povo português. Tratam-se das Danças das Virgens, Danças dos Homens e Danças das Tesouras que se realizam no âmbito das Festas em Honra de Nossa Senhora dos Altos Céus que têm lugar na freguesia de Lousa, por ocasião do 3º domingo do mês de maio.
»» Nábia: a deusa pagã que dá o seu nome aos rios Neiva e Nabão
No princípio era o Caos… entretanto, na ânsia de encontrar uma explicação para os fenómenos da natureza que o rodeiam, o Homem concebeu inúmeras divindades que além de representar os atributos de tais fenómenos passaram ainda a revelar emoções e sentimentos próprios dos humanos uma vez que eram construídos à sua imagem e semelhança.
»» Folclore inspirou música de intervenção
Há quarenta anos, ao golpe militar que derrubou o Estado Novo sucedeu um movimento revolucionário que foi acompanhado e estimulado por um novo género musical – a música de intervenção – assim designada por pretender, através da mensagem que continha, intervir politicamente na transformação da sociedade portuguesa.
»» Os ritos pascais na gastronomia portuguesa
O cabrito assado no forno constitui uma das especialidades da nossa cozinha tradicional que marca invariavelmente presença nas mesas dos portugueses por ocasião do domingo de Páscoa. A origem de tal costume perde-se nos tempos e possui as suas raízes em ancestrais hábitos pagãos, trazidos até nós através das influências judaicas e muçulmana.
»» A seca do bacalhau em Viana do Castelo
Em regra, a secagem do bacalhau situava em local próximo às salinas, nas fozes dos rios, quase sempre na margem esquerda dos mesmos. Isto deve-se a um fenómeno geológico relacionado com a hidrografia que determina nomeadamente a formação dos sapais e cabedelos nesta zona. De resto, a localidade de Darque que deve o seu nome a uma vila romana que ali existiu, pertencente a um senhor chamado Arquius, foi em tempos um lugar da paróquia de Santa Maria das Areias.
»» O Folklore não faz parte da Cultura Portuguesa
Faz hoje(*) precisamente 167 anos que o arqueólogo inglês Ambrose Merton, aliás William John Thoms, criou o termo folclore para designar o que até então não passavam de “antiguidades populares”, sem qualquer outro interesse para além da satisfação da curiosidade, até ao aparecimento do positivismo e do espírito científico.
»» Para que serve a Federação do Folclore Português?
De acordo com os seus próprios estatutos, a Federação do Folclore Português tem, entre outros aspetos, por objetivos “a pesquisa, recolha, defesa, estudo e divulgação de todas as formas da tradição cultural popular dos portugueses” e “o prestígio da temática relativa aos seus objetivos e a cooperação com todas as entidades que com a mesma estejam relacionadas”.
»» A tradição já não é o que era: acabaram as Janeiras, começam as “Fevereiras”!
Era outrora costume, desde o início do ano até à Epifania que ocorre a 6 de janeiro, pequenos grupos de pessoas percorrerem as ruas cantarolando de porta em porta, anunciando o nascimento de Jesus e desejando feliz ano novo.
»» A "Vaca de Fogo" e o Solstício de Verão
A Vaca de Fogo constitui uma das mais ancestrais tradições populares da região de Entre-o-Douro-e-Minho, intimamente ligada aos cultos solares praticados nomeadamente por ocasião do solstício de verão. Trata-se de uma manifestação de natureza pagã que, com o decorrer do tempo, foi sendo associada a festas da liturgia Cristã tais como as que se realizam em honra de São Sebastião, vulgo sebásticas. Em Cunha, no concelho de Braga, a Vaca de Fogo aparece associada à festa em honra de Nossa Senhora do Carmo que se realiza no segundo domingo de agosto.
»» Etnografia Portuguesa: como estudar o passado na atualidade?
A partir de meados do século XIX, a mecanização da produção e o progresso dos meios de transporte e das comunicações produziram uma profunda alteração dos hábitos e das mentalidades. As atividades artesanais entraram em declínio, as populações dos meios rurais deslocaram-se para as cidades e certos costumes foram caindo em desuso face às modas burguesas quase sempre importadas do estrangeiro.
»» Regimes autoritários servem-se do folclore como instrumento de propaganda
A maioria dos portugueses tomou pela primeira vez contato direto com o folclore dos países do leste europeu nos anos que imediatamente se seguiram ao 25 de abril de 1974. O restabelecimento de relações diplomáticas com esses países tornou possível a vinda a Portugal de inúmeras comitivas culturais que passaram por diversas salas de espetáculo da capital, não raras as vezes com direito a transmissão televisiva. Desde a extinta República Democrática Alemã à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, passando pela Hungria, Bulgária e Checoslováquia, não deve ter existido país do bloco socialista que não tenha enviado ao nosso país pelo menos uma representação folclórica.
»» Festivais de Folclore: é urgente repensar o modelo de organização!
Não existe grupo ou rancho folclórico que não organize, pelo menos uma vez ao longo do ano, um espetáculo geralmente a comemorar o aniversário da sua fundação e a que em regra identificam como sendo um “festival de folclore”. Desse modo, realizam-se um pouco por todo o país várias centenas, ascendendo porventura a mais de um milhar a quantidade de festivais de folclore, ainda que a esmagadora maioria não conte com a participação de mais dois ou três grupos além do anfitrião e, nem sempre representativos do folclore e etnografia.
»» Ranchos folclóricos não devem ser cúmplices de actividades ilícitas
Prolifera, desde há muitos anos, uma atividade considerada ilícita do ponto de vista legal e moral, a qual consiste na reprodução de trabalhos discográficos que invadem o mercado paralelo, colocando em causa os direitos de autor e prejudicando os artistas na sua imagem ao verem o seu trabalho achincalhado através de uma promoção negativa. As autoridades procuram combater este género de “pirataria” nomeadamente através da sua ação fiscalizadora que leva, frequentes vezes, à apreensão de grandes quantidades de material.
»» O traje dos ranchos folclóricos na era do pronto-a-vestir
Até finais do século XIX, era ainda usual entre nós, no meio rural, ser a maior parte do vestuário produzida artesanalmente no ambiente doméstico. O agricultor produzia o linho ou comprava na feira o pano. E, não faltavam em muitas aldeias os teares e as pessoas mais hábeis para os manusear, processar o linho ao longo de todo o ciclo que vai até ao produto acabado e bordar.
»» A comemoração do Dia da Árvore e da Floresta: suas origens e significado
O culto da árvore – atualmente celebrado como Dia da Árvore e da Floresta – no qual se insere a festa que lhe era dedicada constituiu uma das iniciativas que os republicanos fomentaram nos começos do século passado com vista à introdução na sociedade portuguesa de novos valores e símbolos com os quais procuraram substituir os valores tradicionais associados à Igreja Católica e ao Cristianismo em geral.
»» Os cristãos-novos e a Romaria de São Bartolomeu do Mar em Esposende
Todos os anos, por ocasião da festa litúrgica a São Bartolomeu que se celebra a 24 de agosto, vão as gentes Esposende em romaria à igreja do santo padroeiro da freguesia de Mar – São Bartolomeu do Mar – para invocar a sua proteção contra o medo e outros males atribuídos ao diabo como a epilepsia e a gaguez.
»» Esposende e a tradição de "botar fora o ano velho!"
Esposende reviveu uma vez mais a tradição de “botar fora o ano velho”. Pequenos grupos de cinco rapazes, de caras enfarruscadas, percorrem a vila na última noite do ano para “botar fora o ano velho”. Quatro deles pegam à carrela do sargaço carregando nela outro que representa o ano que termina.
»» Origem e tradição das regueifas e cantares ao desafio na Galiza e em Portugal
Remontam muito provavelmente à Idade Média os tradicionais cantares ao desafio tão caraterísticos do Minho, filiando-se porventura nos cantares trovadorescos e principalmente nas cantigas de escárnio e maldizer da época, a um tempo em que o falar do povo não se distinguia ainda nas duas margens do rio Minho – Galiza e Portugal – e a Língua portuguesa florescia graças a um extraordinário movimento cultural a que certamente não era alheio as peregrinações a Santiago de Compostela
»» Organizações de Festivais Internacionais estão a importar falso folclore
Resultado direto do progresso tenológico e das transformações sociais, a evolução dos costumes e mentalidades dos povos na Europa e, de um modo geral, de todos quantos fazem parte da chamada cultura ocidental, não difere substancialmente. Nos finais do século XIX e começos do século XX, em toda a Europa a mulheres usavam um vestuário semelhante quanto às formas e dimensões, distinguindo-se apenas em relação aos motivos decorativos e outros adornos
»» O Teatro no Folclore
Pela sua própria natureza, os ranchos folclóricos desempenham uma importante missão de salvaguarda dos mais variados registos que dizem respeito à nossa cultura tradicional.

(*) Licenciado em História

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