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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Os desafios do Regionalismo no século XXI
FOTOS

 

 

Carlos Gomes(*)


Cartão do sócio (fundador) mais antigo da Casa do Concelho de Ponte de Lima.
 


Regionalismo em Portugal”, publicado em 1996, tratou-se de um pequeno ensaio acerca da evolução histórica do regionalismo em Lisboa.


A “Festa de Portugal” foi a iniciativa mais grandiosa e participativa do regionalismo jamais realizada em Lisboa. Após quatro edições nas quais participaram perto de um centena de grupos folclóricos e outras representações tradicionais provenientes de todo o país e ainda regiões de turismo, esta iniciativa não se repetiu.

Representações de todo o país participaram na “Festa de Portugal”. Na foto, os Barqueiros do Douro, de Mesão Frio.

Os Pauliteiros de Mogadouro a caminho do Pavilhão Carlos Lopes.

O “Cantaréu”, de Vila Real, reproduziu o casamento tradicional transmontano.

Os Caretos de Podence, Macedo de Cavaleiros, em pleno Parque Eduardo VII.

Camponeses de Pias, Serpa, representando o cante da margem esquerda do rio Guadiana.

Campinos do Ribatejo, nas suas montadas, fazendo as honras às gentes da Póvoa de Varzim.

O Grupo de Danças e Cantares de Boticas desfilando no Parque Eduardo VII.

O Rancho de Vila Nova das Infantas, de Guimarães, nos jardins do Parque Eduardo VII.

A imagem mostra a actuação do Tá-Mar, da Nazaré, no interior do pavilhão.

O Rancho Folclórico do Algarve levou consigo o corridinho algarvio.

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira é formado por madeirenses que vivem no continente.

Os zés pereiras nunca faltaram à festa. Na imagem, os bombos de Penafiel.
(*) Jornalista, Licenciado em História


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