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Festas e Romarias de Portugal (2) |
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(continuação)
« (...) À missa, à procissão, à feira e ao foguetório acrescentam um concerto
de música de baile, um sarau cultural, um cortejo histórico ou
etnográfico, uma exposição de artesanato, um festival gastronómico, uma
prova de motociclismo.
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Certas festas começam a integrar demonstrações de si
próprias. Cortejos etnográficos e museus de santuários de romaria
encenam quadros de festividades tal como se faziam no tempo dos nossos
avós, e alguns agrupamentos folclóricos empenham-se na ressurreição de
modos de festejar caídos em desuso.
Transformadas em manifestações da «cultura tradicional» num mundo em
que a «cultura» e a «tradição» são mercadorias estimadas, várias festas
capitalizam assim esse valor em seu proveito.»
João
Vasconcelos In GUIA Expresso “O melhor de Portugal” – 12 – Festas,
Feiras, Romarias, Rituais
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Estremadura |
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Romaria
de São Mamede
Janas - Sintra
A
Romaria de S. Mamede realiza-se a 17 e 18 de Agosto em Janas (no
concelho de Sintra, a 3 km das Azenhas do Mar) e tem como ponto central
a bênção do gado, que tem lugar junto a uma curiosa capela circular,
construída no séc. XVI e recuperada em 1992 (classificada IIP).
A tradição mandava que os animais que tivessem estado doentes durante o
ano fossem conduzidos a dar três voltas à capela no sentido contrário ao
dos ponteiros do relógio. Estas voltas, substituídas a partir de 1975
pela bênção colectiva dos animais, eram – para além do seu significado
ritual – uma demonstração da habilidade dos antigos pastores. |
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Ribatejo |
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Festa dos Tabuleiros
Tomar
A
Festa dos Tabuleiros realiza-se de quatro em quatro anos na cidade de
Tomar. Tem como ponto central um desfile em que centenas de raparigas
(vestidas de branco e cada qual ajudada pelo seu par) transportam à cabeça
uma alta armação florida, constituída por pães enfiados em canas e encimada
pela pomba e pela coroa do Espírito Santo. A Procissão dos Tabuleiros dá a
volta à cidade e realiza-se no domingo mais próximo de 20 de Junho. |
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Alentejo |
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Feira
de S. Mateus / Festas em honra do Senhor Jesus da Piedade
Elvas - « A maior Romaria do
Alentejo »
A Feira de S. Mateus é uma das mais
antigas do País. A primeira data de 1392 e foi aprovada por D. João I.
Em 1931, a este certame juntou-se às manifestações de devoção e fé em
honra do Senhor Jesus da Piedade, reunindo assim a componente pagã e
religiosa na que é considerada uma das maiores romarias do sul de
Portugal. A romaria tradicional inclui cerimónias
religiosas, espectáculos musicais, fogo-de-artifício, provas desportivas
e exposições de artes plásticas. |
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Festa das Flores
(dos Artistas
ou do Povo)
Campo Maior
Dedicada a São João Baptista, patrono de Campo Maior, é uma das
festas mais extraordinárias de
Portugal. Também chamada Festas dos Artistas ou do Povo (que a
realiza, no início de Setembro, quando muito bem entende) transforma,
literalmente da noite para o dia, uma vila inteira num oceano de flores de
papel: milhares de rosas, cravos, tulipas, glicínias, papoilas nascem das
casas, amarinham pelas paredes e passam de um lado para o outro das ruas
transformando-as em túneis de mil cores. |
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Algarve |
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Festa de Nª Sª do Carmo
Fuzeta
Religiosamente falando, a padroeira da Fuzeta é Nossa Senhora do
Carmo. Mais do que a denominação do calendário litúrgico, as gentes da
Fuzeta transformaram as preces à «Senhora dos Navegantes» numa
súplica pela protecção contra a fúria do mar. A pesca do bacalhau na Terra
Nova ou na Gronelândia era dura, as embarcações precárias e as condições de
trabalho terríveis. Um escapulário usado como que colado ao corpo
acompanhava sempre os pescadores. As pequenas imagens eram benzidas antes da
partida, e na localidade ainda permanecem recordações dessa cerimónia. |
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Festa da Mãe Soberana
Loulé
Na última curva da estrada estreitinha que liga Loulé aos Santuário de Nossa
Senhora da Piedade, alcandorado no alto da colina, começa a ouvir-se o
clamor da multidão. Milhares de lenços brancos acenam e os gritos de
incitamento são cada vez mais altos. A banda começa então a tocar o
«rompe-rompe», uma marcha rápida composta só para tambores, há cerca de 200
anos, por mestre Campina, sapateiro de profissão. Os oito homens que
carregam o andor de 18 arrobas onde está a imagem da Mãe Soberana, com o
Filho morto nos braços, iniciam então uma corrida desenfreada ladeira acima,
seguidos pelos músicos e milhares de fiéis. À sua passagem, a mole humana
que se espraia por toda a colina solta vivas emocionados. |
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Antigamente era assim... imagens de Festas, Feiras e Romarias de tempos
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