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O Porco no Rifoneiro Português |
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1.-
Economicamente, o porco é um tesouro, um bom negócio, uma exigência:
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Amigo velho, toucinho e vinho velho;
- Bácoro em Janeiro com seu pai vai ao fumeiro;
- Bácoro de meias não é meu;
- Bácoro fiado, bom Inverno e mau Verão;
- Com um pedaço de toucinho, leva-se longe um cão;
- Cozido sem toucinho e mesa sem vinho não valem um tostão; |
| 2.-
O reco, na práxis, é um livro aberto, biológica e moralmente: |
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Aí é que a porca torce o rabo;
- A mau bácoro, boa lande;
- Anel (arganel) de ouro em focinho de porco;
- Ao porco e ao genro, mostra-lhe a casa, e ele virá cedo;
- A porca, apenas lavada, revolve-se na lama;
- A porco gordo, unta-se-lhe o rabo; |
| 3.-
O porco na culinária: |
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Atar e pôr ao fumeiro, como o chouriço da preta;
- Cabrito e leitão de um mês, e cordeiro de três;
- Carne magra, de porco gordo;
- Fogo viste, linguiça!
- Leitão com vinho torna-se menino (tenrinho);
- Leitão de mês, cabrito de três, mulher de dezoito e homem de vinte
e três; |
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Salvador Parente Ribeiro
Encontro «Saber Trás-os-Montes» - 10 e 11 de Outubro de 1996
Serviços de Cultura - Câmara Municipal de Vila Real |
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