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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
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Às aves e outros animais
 


»
A abelha conhece quem a trata vem; e, farta, não ferra ninguém.
» Uma andorinha não faz a Primavera.
» Boi velho: rego direito.
» Borboleta branca: Primavera franca.
» Burro velho: albarda nova.
» Quem assobia não guarda cabras.
» Cão que ladra não morde.
» Um carneiro não turra só.
» Cavalo que voa não quer espora.
» No dia de S. Brás, cegonhas verás.
» Cobra que quer morrer, à estrada vem ter.
» Diz a cotovia: pôs-se o Sol, findou-se o dia. Diz o pardal: por mais um pouco, não fiques mal.
» Segue a formiga se queres viver sem fadiga.
» Gaivotas em terra: tempestade no mar.
» Galo que a desoras canta: faca na garanta.
» A galinha que canta é a dona dos ovos.
» Gato com luvas não caça ratos.
» Quando ao gavião cai pena, não há mal que lhe não venha.
» Onde nasce a lagarta, aí se farta.
» Entrada de leão, saída de cão.
» A lebre, em Janeiro, está na cama ou no lameiro.
» Leitão de mês, cabrito de três.
» Lobo não come lobo.
» Macaco velho não põe pé em ramo seco.
» Quando cantam os melros, calam-se os pardais.
» Cada mocho, em seu souto.
» Ovelha ruiva, como faz, cuida.
» Papagaio velho não aprende a falar.
» O primeiro milho é dos pardais.
» Pássaro que na ribeira se cria sempre por ela pia.
» Casa feita, pega morta.
» Perdiz derreada perdigotos guarda.
» Porcos e gado de bico não fazem o dono rico.
» Quem dorme quente pulgas não sente.
» A raposa tem sete manhas.
» Rato que só tem um buraco depressa é apanhado.
» À rola e ao pardal não engana o temporal.
» Quando o sapo salta, a chuva não falta.


 
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