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Pelo Santo André (30.11), faz o reco cué... cué...
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Por Santo André, pega no porco pelo pé. Se ele disser cué, cué, diz-lhe que tempo é; se ele disser que tal, que tal, guarda-o para o Natal.
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Santa Luzia (13.12) não quer neve. S. Gonçalo não a pede.
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Dos Santos ao Natal, Inverno natural.
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Tudo vem no seu tempo e o nabal pelo Advento.
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Dos Santos ao Advento, pouca chuva e pouco vento.
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No Advento, racham as pedras com o vento.
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Pelo Natal, poda natural.
» Pelo Natal, sacha o faval.
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Quem vareja antes do Natal deixa o azeite no olival.
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Se queres bom alhal, planta-o pelo Natal.
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No Natal, tem o alho bico de pardal.
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Caindo o Natal à segunda-feira, pode o lavrador alugar a eira.
» Ande o frio onde andar, no Natal há-de chegar.
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Natal molhado: ano melhorado.
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No Natal, é bom chover e melhor nevar.
» Mal vai a Portugal se não houver três cheias antes do Natal.
» Rimos molhados: carros quebrados.
» Chuva na Ressurreição fura as nozes e leva o pão. Chuva na Ascensão das pedras faz
pão.
» Chuva no S. João bebe o vinho e come o pão.
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Chuva por S. Martinho é como se chovesse vinho.
» Nunca passou por mau tempo a chuva da Primavera e do Advento.
» No Natal, fiar; no Entrudo, dobar; na Quaresma, tecer; e na Páscoa, coser.
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Boa é a neve que em seu tempo vem.
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Boa nevada: terra estrumada.
» Sete nevadas e um nevão dão muito pão.
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Ano de nevão: ano de pão.
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Ano nevoso: ano formoso.
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Em ano de muita neve, paga o lavrador o que deve.
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Folga o pão debaixo do nevão.
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Folga o trigo debaixo da neve como a ovelha debaixo da pele.
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Quer chova, quer neve, quem tem sede bebe.
» Com vento, se limpa o trigo e os vícios com castigo.
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Com vento de feição, boa navegação.
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