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O nome deste mês provém do
latim Februarius, mês da expiação e purificação. Expiação porque
no dia 15, no calendário romano, havia a Februa, grande festa de
purgação e expiação.
Durante essas festas era
costume imolarem-se animais em sacrifícios expiatórios. Era também neste
mês que os romanos homenageavam Pan, o protector dos campos, dos
rebanhos em geral e sobretudo dos pastores, bem como outros deuses -
como era o caso de Termino ou Termo, divindade tutelar dos marcos e
balizas dos campos.
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Purificação vinha do
Antigo Testamento e concretizada nas prescrições do Levítico. O Novo
Testamento fala da purificação da Mãe de Jesus e, a lembrá-la, já no
século IV era celebrada em Jerusalém a 14 de Fevereiro. No Ocidente
fixou-se a 2 de Fevereiro, 40 dias a contar de 25 de Dezembro.
No 2º calendário romano,
Fevereiro era o 12º mês. Quando Júlio César, no ano 46 antes de Cristo,
reformou o calendário, conservou ao mês de Fevereiro os 28 dias que ele
tinha e, como deu ao ano 365 dias e 6 horas, estabeleceu que, de 4 em 4
anos, fosse aumentado um dia a Fevereiro – o mês mais curto do ano –
dando assim origem ao ano bissexto.
Os antigos representavam o
mês de Fevereiro sob a figura de uma mulher vestida com uma túnica azul
e tendo nas mãos um pato, ave aquática, na mão e um vaso transbordante
de água na cabeça, indicando a natureza chuvosa do mês.
(Adaptado de ALMANAQUE 1996 - ME/DEB e
Almanaque Popular 2004) |
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Este signo é figurado por dois peixes, e
significa que assim como os peixes são húmidos e estão sempre na água,
também, entrando o Sol neste signo, o tempo é húmido e abundante de
águas. É signo feminino, nocturno, aquático e comum de inverno e verão.
É de natureza fria e húmida, pela qual influi e imprime frialdade e
humidade intemperada e danosa, às águas das lagoas e fontes, causando
nelas corrupção e fazendo-as salobras. É casa nocturna e diurna de
Júpiter, exaltação de Vénus, queda e detrimento nocturno de Mercúrio e
sua tristeza.
O varão que nascer debaixo da
influência deste signo será amigo de ver terras, deleitar-se-á de andar
por mar, será muito comilão, pela qual causa poderá vir a ser enfermo,
se o seu planeta não ajudar a sua compleição. Denota que será homem de
poucas palavras, que será inclinado a largar a sua pátria e que terá uma
larga enfermidade aos quinze anos, outra aos trinta e a terceira aos
trinta e oito; mas promete-lhe conforme sua natureza, sessenta e cinco
anos de vida.
Se for fêmea, denota que padecerá
achaques de olhos, que será muito honesta e piedosa e molestada do mal
da madre. E, finalmente, que se deve guardar de fogo, porque lhe denota
grandes danos e uma enfermidade ais doze anos, outra aos vinte e um e
aos trinta outra; e promete, conforme sua natureza, cinquenta e nove
anos de idade.
(in “Lunário Perpétuo” –
edição de 1901) |