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- Deverá ser integrado em alguma festa local ou regional (por ex.,
durante a Festa em honra do(a) Santo(a) Padroeiro(a) da respectiva
localidade, numa Romaria de âmbito local, regional ou nacional, numa
data relacionada com o Grupo (por ex., na data do aniversário da
fundação), etc.?
- Deverá ser durante o dia – tarde (no princípio ou no final?) – ou à
noite?
- Num
local ao ar livre ou num espaço coberto/fechado?
- Num local de acesso público e de entrada livre ou num local de
acesso restrito, com pagamento de ‘entradas’?
Cada uma das questões aqui identificadas tem aspectos a favor e aspectos
contra, pelo que os responsáveis que têm de tomar a decisão devem pensar
bem qual ou quais delas vai/vão contribuir mais para que o seja um
verdadeiro sucesso.
No entanto, é necessário ter sempre em consideração se, na mesma
localidade ou em outra localidade próxima, está prevista a realização,
na mesma data/horário, uma iniciativa idêntica ou outra qualquer que
possa pôr em causa a presença de um número razoável de pessoas para
assistirem ao Festival de Folclore.
Sempre que haja a participação de, pelo menos, um Grupo oriundo de outro
país, e que o período de permanência o permita, será bom equacionar a
possibilidade de o mesmo actuar em outros locais ou localidades,
rentabilizando a respectiva deslocação.
Muitas vezes, é possível acordar com entidades (por exemplo centros de
dia - para animação dos idosos presentes -, municípios ou freguesias
vizinhas) a realização de uma actuação, tendo como contrapartida, entre
outras possibilidades, a oferta de um almoço ou jantar. Sempre é uma
despesa a menos para o Grupo que recebe.
De qualquer modo, o que deve nortear a reflexão e as decisões dos
responsáveis é que o Festival de Folclore, enquanto momento “alto” na
vida do Grupo organizador, decorra com a maior normalidade e que no
final todos os participantes fiquem satisfeitos com o resultado. |