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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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As segadas

 

(Continuação...)

A senhora cozinheira,
Ela cozinhava bem;
Punha a candeia na escada
Para falar ao seu bem.

No dia da segada, o bem da senhora cozinheira não podia deixar de ser todo o conjunto de segadores.

Ó senhora cozinheira,
Ponha a candeia na escada;
Venha ver os segadores
Quem vem da sua segada.

Agradecimento

O grupo de segadores ao entrar na povoaçãoAo regressar a casa, havia quem não se descuidasse de fazer um grande ramo com as melhores espigas de centeio e umas florinhas silvestres a embelezá-lo. Era ele a oferta para a dona da casa, a senhora cozinheira, aquela que se esmerava por apresentar as melhores iguarias. E chegava a haver seis ou sete refeições durante o dia, desde o amanhecer até á noite.

“Andava o arroz pelas poulas”, dizia o povo. E explicava-se: bom momento na vida do lavrador; a fartura e a fidalguia em tempos de pobreza.

É claro: a hora da colheita é de alegria; e a segada era na realidade uma verdadeira festa.

Ao entrar no povo tinha de se dar conta, o mesmo é dizer: dar a conhecer ao público que se fez a segada de fulano.

 

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in Velhas Canções Trasmontanas, de António da Eira, 2005, edição do autor

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