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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
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«C
ancioneiro da Serra d'Arga»
Quadras Populares

Recolha levada a efeito na Serra d'Arga, nas freguesias de Arga de Cima, Arga de Baixo, Arga de São João e Dem por ARTUR COUTINHO.

 

QUADRAS DE AMOR


A poesia é tão antiga como o homem. Em cada ser humano existe um poeta e não há nada na vida do homem que não escape aos sentimentos mais profundos da alma. O amor é, agora, o tema.

Pela transcendência do assunto, « pelo fácil e pelo difícil » que o envolve, se compreende a seguinte quadra:

Quem me dera dar-te um beijo,
Um beijo não custa a dar;
São duas bocas unidas,
Quatro lábios a beijar.

Noutros tempos, o beijo era tão sagrado que logo havia desordem ou compromisso de casamento, quando observado pelos pais.

Hoje, está tão banalizado que deixou de ser expressão do que era, perdendo o significado sagrado que tinha em épocas mais distantes.

A simplicidade e a imagem a que o povo recorria para transmitir os seus sentimentos ou exaltar alegrias ou paixões, são de uma beleza encantadora

Quando os passarinhos choram
Numa árvore tão pequena,
Que fará meu coração
Cheio de tanta pena?

Nas quadras que se vão seguir pode verificar-se o que diz a filosofia popular a propósito do amor, da traição, do belo e do feio. Aqui está um retrato excelente do amor na sabedoria popular: umas vezes, demasiado pessimista; outras, cheio de lições de moral.
 

<<<Voltar ao início +++ Ler algumas quadras>>>
 

Fonte: acoutinhoviana

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