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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)

 

 
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Calendário Agrícola  

 

 

Janeiro
Mergulhar vide, podar e meter bacelo. Limpar as cepas até às raízes principais, descascando-as à mão ou com raspadores apropriados, as quais devem, em seguida, ser pinceladas ou pulverizadas com caldas ferro-cálcidas ou oleosas, indicadas para o efeito. Desinfectar (com produtos apropriados) as videiras que foram atacadas pela fumagina ou pelo algodão.

Fevereiro
Prosseguir com as fertilizações iniciadas no mês anterior. Reparar bardos, lateiros e ramadas, substituindo ou endireitando os esteios e esticando ou consertando os arames. Iniciar a enxertia, utilizando castas apropriadas, nos locais abrigados. Cortar as raízes que surjam por cima da soldadura do enxerto.

Março
Conclusão da poda nas zonas mais frias e nas regiões mais atreitas a geadas tardias. Prosseguir as enxertias com as castas mais apropriadas, recorrendo às colecções oficiais por oferecerem garantias para a obtenção de garfos.
Combate às nóctuas e aos pulgões com os produtos químicos indicados para o efeito.
Início dos tratamentos contra o míldio e o oídio com sulfate de cobre e enxofre. 

Abril
Proceder à adubação das vinhas cansadas. Proceder aos respectivos tratamentos contra o míldio, oídio e outros inimigos das videiras.

Maio
Continuam os tratamentos contra o míldio e o oídio, devendo prestar-se a maior atenção a qualquer elevação de temperatura acompanhada de humidade, que pode provocar rápido desenvolvimento de fungos.

Junho
O mês de Junho é um dos meses mais críticos para a vinha do ponto de vista da sua sanidade. O míldio, se ataca, pode destruir a produção pela invasão dos cachos, que faz cair e abortar. E o oídio se o tempo é favorável, não mais os abandona até que pinta o bago. A calda cúprica ou as caldas de fungicidas orgânicas de síntese continuam a aplicar-se preventivamente; o enxofre usa-se curativamente, quando o oídio se manifesta.
O esladroamento deve proceder a desfolha, porque às vezes a eliminação de um ladrão, ou mamão basta para evitar o corte das folhas; os ladrões não aproveitados para formar varas de poda, são quebrados normalmente com o polegar e o indicador, e nunca esgarçados.

Julho
Ainda se fazem enxofras e sulfatadas, efectuadas consoante as necessidades.
Se além do calor próprio da época também caírem chuviscos, ou houver névoas, as curas repetem-se amiudadas vezes. Desfolhar em volta dos cachos, não deixar que estes fiquem expostos à incidência directa dos raios solares.
Empar os bardos nas ramadas ou latadas, não cortar as pontas das varas para não comprometer a actividade das videiras.

Agosto
Executar a desparra, que não deve ser excessiva, para que a maturação das uvas se faça nas melhores condições. Não deixar de tratar e inspeccionar os excertos, amarrando-os, esladroando-os e, até se necessário, regando-os. Manter, ainda, a vigilância contra a possível ocorrência de ataques do míldio e do oídio, prosseguindo com os tratamentos adequados.


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