"(…) Nós, portugueses, estamos não nas vésperas, mas em plena fase de perdermos toda essa riqueza do passado. Se não corrermos rapidamente a salvar o que resta, seremos amargamente acusados pelos vindouros, pelo crime indesculpável de ter deixado perder o nosso património tradicional, dando mostras de absoluta incúria e ignorância. Se não o fizermos, daqui a duas gerações podemos ser um povo descaracterizado e profundamente pobre… (…)" (Jorge Dias)

 

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»» Romaria do Senhor de Matosinhos em 1914
Inquestionavelmente, é a terra de Entre-Douro e Minho a que oferece aos olhos estáticos do turista as mais lindas e variadas paisagens portuguesas, e que procria a gente mais divertida, mais foliona, mais alegre de todos o país. Foi talvez observando os usos e costumes das povoações do Norte que os franceses engendraram esse velho e tão verdadeiro provérbio: «Les portugais sont toujour gais».
»» Parada Agrícola de Famalicão em 1912
«A revista “Ilustração Portugueza” dá-nos conta de diversas paradas agrícolas que então se efectuavam, aliás à semelhança das exposições de outros produtos como o objectivo de promover a sua venda e exportação. Juntamente com o jornal “O Século” a que se encontrava ligado e constituindo um instrumento de propaganda dos ideais republicanos e da maçonaria, aquela revista era especialmente difundida entre os sectores burgueses estabelecidos nos centros urbanos de quem, aliás, recebia os clichés e as notícias que publicava, mantendo uma rede de correspondentes que se estruturava paralelamente à própria organização política.(...)»
»» A Romaria da Senhora do Pilar
«A romaria da serra do Pilar é das mais concorridas. Fazem-se ali mercados e as raparigas do Porto e arrabaldes improvisam bailes em que também volteiam os soldados da fortaleza.»

 

 

       

 


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»» Tipos Açorianos - Trajos
«Os Açores são, sem dúvida, o retalho mais belo, mais típico da terra portuguesa que podemos encontrar por esse oceano fora. Não são apenas as suas rochas, os seus lagos, os seus vestígios vulcânicos, e sua flora variadíssima e pujantíssima que atraem e encantam o viajante;(...)»
»» Feira de Santo António em Vinhais
A feira de Santo António em Vinhais é das mais concorridas, pois de muitas léguas em redondo vem gente para as transações no excelente mercado. Com bailes e descantes decorrem as festas tradicionais em que se desafogam os espíritos e se fazem bons negócios.
»» Nas Festas da Senhora da Piedade, em Odemira, uma toirada à alentejana
As Festas de Nossa Senhora da Piedade, cujo dia principal é 8 de Setembro, são uma tradição antiga da vila de Odemira, mobilizando os odemirenses que assim prestam homenagem à padroeira da terra, cuja actual capela foi construída em princípios do século XX.
»» Lamego - Festejos da Senhora dos Remédios
«As festas da Senhora dos Remédios em Lamego chamam muita concorrência das freguesias vizinhas que à sombra das árvores seculares faz os seus bailaricos e entoa os seus descantes em louvor da imagem e num culto tradicional.(...)»
»» A Romaria do Senhor da Pedra em 1912
«Não acaba a tradição. Por toda a província continuam as romarias com o mesmo cenário de sempre com as suas transações e os seus devotos. A do Senhor da Pedra fez-se como em todos os anos tendo uma enorme concorrência. (...)»
»» Idosa a fiar linho
»» Porcos para a matança
»» Romaria da Senhora d'Ajuda em Espinho
É no 3º Domingo de Setembro que se realiza, em Espinho, a Romaria de Nossa Senhora d’Ajuda. O culto e a devoção a Maria, Mãe de Deus, sob a invocação de Nossa Senhora d’Ajuda, segundo a tradição, terá nascido com a própria localidade.(...)
»» A incorporação dos recrutas em Lisboa
»» O São João em Condeixa e Alcobaça

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»» Adufe e Pandeiro
O adufe é um instrumento de percussão português que terá evoluído dos membranofones introduzidos na Península Ibérica pelos árabes, entre os séculos VIII e XII. A influência muçulmana não se fica pelos instrumentos como também os ritmos terão migrado do norte de África.
»» Bombos e Tambores
O bombo é o membranofone de maiores dimensões usado em Portugal. Também é conhecido como o grande tambor. É constituído por uma caixa circular de madeira, ou folha de ferro, coberta na parte superior e inferior por uma pele esticada e apertada nas extremidades por parafusos de pressão.
»» Caixa e Tamboril
A caixa e o tamboril são dois instrumentos musicais da família dos bombos e tambores, embora de tamanho mais reduzido, e pertencem à categoria dos membranofones. A caixa é tocada, em posição horizontal, com duas baquetas. Sobre a pele inferior, geralmente, tem um ou mais bordões, geralmente feitos de tripa, o que lhe confere uma sonoridade característica muito própria.
»» Sarronca, Ronca ou Zamburra
Zamburra, Sarronca ou Ronca são os nomes mais conhecidos deste instrumento musical que pode ser integrado na categoria dos membranofones, pois é feito a partir da pele de animais. É composto, na maioria das vezes, por uma vasilha, geralmente de barro, com cerca de 30 cm de altura e medianamente bojuda (a caixa de ressonância, com a boca revestida de pele, de onde parte uma haste fina de pau ou cana e que ao friccionar-se entre o indicador e o polegar produz um som grave e fundo, quase um ronco, tenebroso ou divertido.
»» Que importância tem o botão no traje dos Ranchos Folclóricos?
Remonta ao terceiro milénio Antes de Cristo a origem do botão, encontrando-se confirmada na civilização do Vale do Indo. Com efeito, esse pequeno e quase insignificante objeto acompanha a história da humanidade, desde os seus primórdios até aos nossos dias, acompanhando a sua evolução através das mais variadas formas com que se vem apresentando ao longo dos tempos.
»» A colher de torga
A colher é uma peça indispensável na vida do povo português. Garfo, não, que, no dizer de alguns entendidos, só chegou a Portugal aí por meados do século XVIII. E então para a gente mais modesta só foi opção muito posteriormente. Feito de ferro pelos mesmos artesãos que forjavam as diversas alfaias agrícolas, o garfo foi um luxo nos meios rurais da primeira metade do século XX.

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»» A Feira de Barcelos nos séculos XX - XXI
A Feira de Barcelos foi até meados do século XX o palco de excelência de promoção das famosas louças de Barcelos e espaço privilegiado para inúmeros barristas que hoje fazem parte da galeria dos notáveis mestres da arte popular, como é bom exemplo Rosa Ramalho. A feira foi uma alavanca importante para a sustentabilidade, afirmação e promoção das louças de Barcelos e mais tarde dos barristas, e transformou-se num evento de notoriedade europeia e mundial, em virtude do seu interesse turístico, etnográfico e cultural.
»» Feira de Barcelos - as origens
A Feira de Barcelos, tal como a conhecemos hoje, é o resultado de um processo evolutivo sofrido ao longo de vários séculos, não se sabe ao certo como começou, nem como se fixou à quinta-feira. Sabe-se, contudo, que o motivo da grande popularidade que ostenta se deve à sua marcada ruralidade e à tradicional venda de “louça de barcelos” e artefactos artesanais locais.
»» Feira de Barcelos - A feira das feiras
A Feira de Barcelos realiza-se todas as semanas, à quinta-feira, no Campo da República (Campo da Feira). Trata-se de uma feira tradicional e marcadamente rural que privilegia as produções agrícola locais e está por excelência ligada à venda de produtos artesanais, como as louças de Barcelos, galos, trabalhos em madeira, linhos e bordados, entre outros.
»» Rosa Ramalho
Rosa Barbosa Lopes, conhecida por Rosa “Ramalho” (ou Ramalha), nasceu a 14 de Agosto de 1888, em Galegos S. Martinho, concelho de Barcelos, filha de um sapateiro e de uma tecedeira. Aprendeu a “acariciar” o barro desde muito nova: primeiro na casa de um vizinho, e depois, com apenas 13 anos, estabelecendo-se por conta própria. Com apenas sete anos de idade, começou a reproduzir em barro os cestos de vime que via os ciganos fazer.

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